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Quase 30 e o "Regresso"...

Vergonhoso estar dois anos sem meter os pés aqui, eu sei...  Pode-se dizer que as prioridades eram outras e os interesses também. Eventualmente algumas coisas são deixadas para trás a ganhar pó.

E um dia lá nos lembramos que elas ficaram arrumadas num canto. Sim, porque pertencemos àquele grupo de pessoas que guarda este tipo de objetos para a vida tornando-os artefactos valiosos, tal não foi a sua importância um dia.

E se for a ver, este e todos os blogs que semeei pela internet e que ainda existem têm o seu valor. Pelo menos para me lembrar que os maus momentos que passei na minha vida não foram assim tão maus pois alguns, se for preciso, já nem me recordo das suas dores, e também ajudam a relembrar os bons + aqueles tesourinhos deprimentes que já ninguém dava nada por eles! TOP!

Mas bem, não é exatamente por isso que voltei...

Esta vai ser mais uma publicação deprimente. Sim, porque preciso...

Lembro-me hoje que este blog existe, decido abri-lo, decido ler a última publicação que fiz em 2018.

Estava eu a anunciar que tinha arranjado trabalho no Porto e estava à procura de casa. A casa encontrou-se e cá estamos os dois + o gordo do gato Bitó que veio recambiado de Viana uns dois meses depois de nos mudarmos. O trabalho já não posso dizer o mesmo. O COVID veio ajudar à festa e facilitou a vida à minha boss (que também não era propriamente a pessoa mais justa, sejamos sinceros) e visto que o meu contrato estava a terminar, ficamos por ali. E aqui estou eu... no grupo dos que procuram uma nova oportunidade de trabalho. 

Entretanto voltei a dedicar-me aos meus trabalhos de crochet procurando motivar-me no meu dia-a-dia e ando a fazer tratamento para as minhas enxaquecas, que se foram agravando nestes últimos tempos, em parte devido ao stress e ansiedade acumulados... É o que dá ser uma pessoa que vai guardando...

(Mas agora em jeito de confissão porque sei que ninguém lê, esta medicação dá cabo de mim... o meu humor fica um degredo autêntico, só me apetece chorar, é díficil...)



E estou quase a fazer 30...

Alergias alimentares!

Sinto necessidade de desabafar sobre este assunto, porque é um assunto muito sério. Eu acho que algumas pessoas não têm noção de como se pode despoletar uma crise relacionada com alergias alimentares. Quem tem alergias alimentares, não tem necessariamente alergia de contacto. Mas o facto de a outra pessoa manusear e alimentar-se de determinado alimento, sendo que depois vai fazer o mesmo com outro que a pessoa alérgica já pode comer, só com esse simples gesto já pode estragar tudo para a segunda pessoa.
Estou a falar disto agora porque ocorreu uma situação em casa que me irritou profundamente. Eu tenho alergia alimentar à laranja (praticamente todos os citrinos menos o limão e a lima, outros não sei porque não me atrevi a experimentar depois de começar a ter alergia), mas posso pegar nelas à vontade. Aqui em casa sempre se gostou muito de laranja. E eu não coloco o impedimento do fruto entrar em casa e ser consumido, desde que, hajam cuidados para que eu não "sofra" desnecessariamente, como é óbvio.
Acontece que alguém parece ter-se esquecido... Esteve muito bem a lanchar, comeu a sua sandes com quejinho, chouriço, etc., decidiu comer uma laranja e só depois arrumou os restantes produtos. Ora aqui está o erro! Tinha duas opções para evitar esta situação: a) arrumar primeiros os produtos antes de comer a laranja, ou b) lavar primeiro as mãos antes de arrumar os produtos. 
Chega a hora de jantar, a aqui a "unaware of this fact" decide acabar com aquela pasta de atum que tinha feito umas horas antes, fazendo umas belas tostas de pasta de atum com queijo (YA, o tal queijo!). Tostas feitas, começa a comer. Tal não é o espanto quando sente um certo sabor a laranja... OMG! QUEM ANDOU A COMER LARANJA E MEXEU NO PÃO? NO QUEIJO? NO QUE QUER QUE SEJA?
Escusado será dizer que as belas das tostas já não foram comidas por mim, que tanto queria comer... Mas também faço questão que não vão para o lixo, por isso foram passadas para outra pessoa que as possa comer.
E sim, já comecei a sentir alguns sintomas mas em princípio não deverão ficar piores...

Por isso, POR FAVOR, se alguém vos diz e vocês sabem que determinada pessoa tem alergia alimentar, tomam cuidado redobrado com as vossas ações. Porque até a mínima coisa pode provocar uma bela bosta (para não dizer outra coisa)...

Trabalho para o lixo

Fiz inquéritos online. A professora não gostou da amostra. Não consigo fazer uma filtragem que seria necessária para ainda salvar alguma coisa. Trabalho todo para o lixo. Não sei o que fazer, estou perdida.

Coisas que passam pela cabeça

Às vezes questiono-me se isto vale a pena. Falta pouco mas fazem parecer faltar tanto. Ando farta disto, da falta de apoio de quem me deveria ajudar. Se não precisasse disto acho que já teria desistido.

Não 'tá fácil

Isto de se querer tirar um mestrado tem muito que se lhe diga. Quando me disseram que o me relatório de estágio iria ser quase uma tese mas ligeiramente mais pequena, fiquei meia aflita. Tudo porque eu não gosto da ideia de investigação. Gosto de aprender coisas novas e tal, mas não gosto nada de ter de passar e moldar as ideias para o papel. 
E agora que acabei o estágio e estou nessa fase do relatório, sinto-me completamente aflita. A minha motivação anda abaixo de zero, e ainda piora por ter noção que é uma coisa que não gosto. E fazer coisas que a gente não gosta custa tanto!
"É o último muro.", "é só mais este esforço.", mas está a custar tanto...
Estas coisas não são para mim. Prefiro trabalhos manuais!

E fez puff!

Uma pessoa tem um plano todo delineado quando entra no Mestrado. Uma pessoa altera o seu plano por um voluntariado que correu bem e que podia criar a oportunidade de um estágio à medida. Uma pessoa confia no docente da instituição onde estuda. 
Uma pessoa...fode-se.

Estou a ver que isto foi um erro, ter escolhido este mestrado, ter escolhido este caminho. Se não sou prejudicada de uma forma, sou de outra. Algo consegue-se sempre arranjar para me desiludir e contrariar. Perdi o estágio que queria porque, pelos vistos, a pessoa que tanto me ia ajudar a fornecer a informação que eu não possuía, nunca o fez. Um estágio que devia ser feito com gosto e confiança, neste momento desapareceu. O que restou foram opções não escolhidas por mim que vai-se lá saber que merda de lá sairá.
E assim se estragam os sonhos de uma pessoa...
Não sei que raio estou aqui a fazer.

Má sorte.

De repente parece que fica tudo contra ti e se juntam para te prejudicar. Esta semana foi assim. E tudo relacionado com a universidade. E uma pessoa depois pensa "porque raio não segui o plano como o tinha pensado inicialmente? porque é que me fui deixar seduzir e trocar as coisas? depois dá em merda como esta...".
Resumindo: f*di-me.

Tempo limitado e dúvidas.

Estou na reta final do 1º ano de mestrado, cheia de trabalho para fazer. Por causa disso, não estou a ter tempo para o meu crochet, e tenho duas encomendas estagnadas. A minha motivação anda a zero, o apoio que antes tinha na página não se reflete da mesma forma atualmente, e por isso, começam as dúvidas. Deveria terminar o projecto de vez?...
A minha atividade nele já não é o que era e, tal como referi, o apoio também não. Acho que "perdeu a piada" e já ninguém vê algo que goste naquilo. Parece que perdeu a essência e sinceramente, o apoio que tinha era o que me fazia continuar adiante. Agora sinto-me a perder a vontade de o manter. Vou mantê-lo para quê, porquê e por quem? 
As coisas têm ciclos, e eu acho que o meu ciclo de positividade e sucesso está no fim, estando já naquele momento de morte iminente.
Estou triste.

Coisas.

O percurso já vai longo mas a vontade de desistir continua...
E os pensamentos periféricos inundam.
E a cabeça está quase a transbordar.
Não há muito que valha.
O espirito anda abalado e não se endireita.
Há coisas para fazer e só se sabe adiar.
Porque o corpo, ou talvez a alma, está cansado.
E eu só vejo prazos a chegar e trabalho feito? Nem vê-lo.

Acidentes.

Regressava eu ao Porto, dia em que tinha aula de seminário às 18:30h, no expresso das 15:15h, e logo após 15 minutos de viagem, eis que o autocarro pára em plena autoestrada e aí ficámos estagnados cerca de duas horas e meia. Motivo: um camião despistou-se e lá o tiveram a ajeitar de forma a normalizar o trânsito. 
Resta dizer que acabei por faltar à aula pois o atraso era tão grande que eu já não iria conseguir fazer um relatório legível como deve ser para avaliação. O que me vale é que ao todo temos 8 seminários, sendo que o número mínimo de relatórios a ser entregue são 6. Já só tenho mais uma margem de manobra caso aconteça algo. A primeira já foi.
Enfim.

1º semestre.

Pronto, já me sinto na merda outra vez... Se me esforço, tiro notas de merda, se não me esforço tanto, as notas até saem qualquer coisa melhor. Mas que raios! Agora fiquei com a média toda estragada... 

Trouble, trouble...

Ontem fui com a minha mãe dar sangue. Já tinham passado 4 meses desde a última vez e então lá decidimos ir. Eu já tinha em mente que provavelmente iria ficar um bocado mais visto o meu sangue ser meio lento.
Desta vez correu tudo mal. Tentaram tirar pelo braço direito mas, primeiro a veia "dançava" e não se deixava furar, e depois o sangue parecia sair ao ritmo de uma procissão... Resultado: não saiu quase nada e foi para o lixo.
Decidiu-se tentar o braço esquerdo, o já comum nestas coisas. Mas o problema de escolha de uma veia melhorzita e o ritmo de circulação voltaram a estragar tudo. Como estava demasiado lento, optou-se por colocar um fim à coisa. A senhora lá me disse que não estava mesmo a resultar, que tenho veias muito finas para a agulha e o ritmo a que o sangue saía podia provocar coágulos no tubo. Ainda me disse que sempre há outras formas de ajudar (em vez de dar sangue).
Foi um bocado deprimente, sinceramente. Não tenho problemas nenhuns com estas coisas mas os impedimentos sempre aparecem, primeiro o peso, agora as veias/circulação. *sigh*
Lá vim embora sem conseguir fazer o que queria... com dois braços picados, um hoje já pisado, e o pensamento mórbido de que, numa eventualidade de cortar um membro, a coisa vai-se dar lenta...
Enfim...

Descansa avô.

E para que o mês terminasse de forma esplendorosa, o meu avô faleceu...
Já não o via há uns anos(por razões) e agora é que não o vou ver mesmo...morreu, não volta mais, não posso fazer nada, fica o arrependimento.
Era o único avô que realmente gostei. Talvez das únicas pessoas da família com quem realmente simpatizava. Era um bocadinho rígido mas era uma boa pessoa, honesta, tratava todos por igual. A verdade é que só me comecei a dar mais com ele após a morte da minha avó (ela não gostava de mim e eu evitava-a sendo assim). Gostava muito dos nossos bocadinhos. Era um bom avô.
Receber a notícia como recebi foi horrível, deixou-me com tal frustração que quase nem sabia se choraria pela perda ou pela forma como recebi a notícia chocante. Tentei ir à capela ver-te mas foi impossível entrar. Desculpa-me mas acreditar é demasiado difícil para mim. Prefiro viver numa pequena mentira em que tu ainda estás no mesmo sítio desde que foste embora daqui da tua casa. Pelo menos ajuda-me a controlar os sentimentos.
Queria ir ao teu funeral mas não quiseram, talvez pela reacção anterior, mas desculpa-me ainda assim. Irei visitar-te em breve.

Gosto muito de ti avô...
Espero que o saibas.
Descansa em paz.

Safira

21 de Agosto de 2014

A luta terminou. Já não deu mais. Antes que a maior dor te atingisse. Foi difícil tomar a decisão mas foi melhor assim. Tens direito ao teu merecido descanso, onde já nada vai doer e preocupar. 
Personalidade não te faltava mas, neste ano que passou, já pouco o mostravas. Espero que guardes em ti uma boa vida, pelo menos a que foi possível dar. 
Eras aquela chata tão chata que tinha todas e quaisquer alcunhas possíveis. Foste a primeira gata, a primeira moça, o gato que entre todos os que aqui passaram ficou mais tempo. Quiseste-nos dar a tua presença e o teu miar rouco durante mais de 10 anos, praticamente metade da minha própria existência até agora. 
Não sei mas sinto que não te dei o mimo suficiente.

Desculpa.

E obrigada.

Até já Safira...

Não esquecerei aqueles olhos azulões que me olharam um última vez...


10 anos

Definitivamente, nestes últimos 10 anos de existência, devia ter feito tudo diferente.

Situações tristes.

Ontem. 
Ontem foi um dia um tanto stressante e desapontante. Saio de manhã para ir à parte traseira da casa e dou de caras com um gato no fundo das escadas da zona inferior da casa. Começo por chamar e nada, vou-me aproximando fazendo barulho e nada. Toco levemente... tive mais que resposta suficiente para perceber o stress. Impossível chegar perto. Demasiado desequilíbrio. Possibilidade de atropelamento ou mesmo envenenamento. Plus, não conseguia sair dali, subir as escadas era-lhe tarefa impossível.
Donos? Existirão? Procuram-se naquela esperança vã de que não seja só mais um gato de colónia que aí anda, que uns alimentam mas que dizem não ter nada com eles. 
Nada. Uma senhora diz ter visto o animal há dois dias e já se encontrava naquele estado. Great...
Pede-se ajuda à associação mais próxima, sendo gato que não conheço, fico sempre com aquele receio de piorar a situação. De tarde, com mais calma e ajuda da associação do outro lado, chega a altura de tentar apanhar. Preparei a transportadora dos meus, procurei uma pequena mantinha para proteger as mãos e toca ao serviço. Com cuidado e após algum tempo consegue-se atingir o objectivo.
E agora? Ajudou mais uma vez a associação, apelando e arranjando alguém que pudesse ir ter comigo, levando de seguida a pequena (acabei por pensar ser uma gata visto ser tricolor) à veterinária ligada à associação, e que já estava previamente avisada do sucedido.
A veterinária mal viu a gata dentro da transportadora, abanando a cabeça continuamente, ficou logo de olhar desconfiado. Dentro da sala veio-se a revelar o pior. Contei tudo o que sabia e podia. A veterinária retira um termómetro, arranja uma toalha para que se possa tapá-la e não stressá-la mais. Mas eis que, quando se levanta a cauda para medir a temperatura, o cenário mudou e só uma decisão restou. 
Adeus pequena. 
O cenário que tínhamos à nossa frente não deixou margens para dúvidas. A veterinária dizia que já não via uma situação tão má há bastante tempo. Que as dores deviam ser horríveis. Fiquei com um aperto tão grande. A quantidade de larvas deu para perceber que a pobre estava a ser comida viva por dentro e que, muito provavelmente, todos os sintomas que demonstrava eram devido a consequência do que víamos.
Pediu-me que esperasse lá fora, iria eutanasiá-la e levar-me-ia a transportadora no fim.
Por esta altura a minha revolta já era tão grande, que já parte saía devido ao meu nervosismo. Uma palavra. Injusto. Dois dias que já andava assim e ninguém fez nada. Colónias que se formam, gatinhos que morrem atropelados constantemente e ficam a ver. O revoltante é que estes grupos começaram com o gato(a) de ALGUÉM. Esse alguém não teve interesse em proteger o seu próprio animal, em prevenir que se reproduzisse. Esse alguém não quis saber se nasciam gatinhos, não se preocupou em arranjar donos. "Não eram dele, só a gata(o) o é". Mas alimentam-nos à mesma! Não são de ninguém mas são sempre alimentados. Estão sempre por aquela área. 
Vivendo onde vivo, desde que me lembro de cá viver, muita gente tinha um gato. Muitos familiares traziam um gato para aquela pessoa que estava sozinha e afins. Mas agora, o problema existente não é culpa de ninguém! Quem os tem não quis saber e prevenir-se e deixava-os andar. Que fornicassem à vontade! Que parissem à vontade! Que andassem à luta à vontade! Que fossem atropelados à vontade! Só tenho aquele animal, o resto que dali nascer não é responsabilidade minha! 
Idiotas! Otários! Para que raio querem um animal se depois não se responsabilizam pelas coisas que acontecem?! Porque raio não têm tomates quando alguém vos pergunta se não é vosso?! Nunca é de ninguém. A culpa nunca é de ninguém. 
Se ao menos vocês soubessem o que dói ver um animal naquele estado, assumir uma responsabilidade que devia ser de outro, pois tudo foi fruto de consequências vossas. Ter aquela esperança mínima que algo possa ser feito e que possa ter uma segunda oportunidade, ou mesmo uma primeira, como muitos procuram diariamente. E no fim, ir tudo por água abaixo...
Não. Ter um animal não é só alimentá-lo. Ser generoso não é alimentar um animal que "não é vosso" mas que vocês bem sabem que a culpa sim. Ter um animal é amá-lo, tratá-lo, protegê-lo. É uma parte da família. Todos estes grupos podiam ter sido evitados se tivessem tido a responsabilidade pelo vosso animal. Não admira que depois haja doenças dentro do círculo, que já não seja seguro para alguns outros animais. Gostava de ver se fossem pessoas...
Mas claro, a culpa não é de ninguém...

Agradeço imenso e do fundo do coração estas três personagens importantíssimas neste dia, foram a maior ajuda que pude ter, os mais generosos que apareceram. E a nova estrelinha que surgiu, que brilhe para todos os que ajudam e precisam de ajuda. A vida às vezes é mesmo injusta.

Exames

No início da semana fui fazer os meus exames, um para ver as articulações do maxilar e outro para ver a dentição, mais precisamente onde andavam os meus dentes do siso de baixo. Na altura só consegui ver um dos exames, o dos sisos e, qual não foi o meu espanto e alguma vontade de rir em saber que terei de os tirar, e ainda por cima andam eles enterrados e na horizontal... (mais uma festa para este ano)
O outro exame não faço ideia, ficou marcado ir buscá-los na próxima semana e depois apresentar à dentista para ela dar o seu entender. Ela lá irá avaliar se o meu problema maxilar é independente dos sisos e se precisarei de um dos tratamentos que já me falou, ou se os sisos têm alguma influência e terão provocado pressão muscular ou o que seja, e qual o(s) tratamento(s) a realizar.
Mas dito isto, caso sejam problemas independentes, vejo-me com não um, mas dois problemas para resolver e onde estoirar o dinheiro. E o meu ano a ficar mais estúpido. Há quem vá gastar dinheiro com prendas de Natal e passagens de ano, mas pelos vistos, eu vou ter de o gastar de outra forma...

Oh ano triste! Porque quiseste ser tão mau para mim?! 

Só espero que a dentista, quando vir os exames, me diga coisas suaves e não me deixe ainda mais negra...

Fuck 2013

Hoje recordei algo que disse há uns meses, bem na altura da passagem de ano 2012/2013. Bem que tudo o que deitei cá para fora, pelos vistos, não foi suficiente. Agora penso mais como uma previsão do que seria este ano: uma bela merda. Eu sei que ainda não acabou mas, sinceramente, não vejo grande coisa boa acontecer até ele acabar... Aliás, até fico com receio da próxima notícia má que possa vir.
Estou cansada, desiludida. Equilíbrio entre coisas más e boas este ano não houve. Bem que as más ultrapassam, de longe, as boas. 

Enfim, eu não sou supersticiosa com o 13 mas bem que digo: 
FODA-SE 2013!

Bad luck?

Irrito-me com pequenas coisas que vejo e que acontecem... mas depois olho bem para tudo o que já tenho em cima de mim e penso "Foda-se, vou-me preocupar e chatear com merdinhas destas quando tenho problemas bem maiores a lixar-me a cabeça?!".
Devo estar parva por me deixar afectar por coisas mínimas quando já tenho bons e grandes problemas com que lidar e nem sei bem como.
Gostava que alguns dos meus poucos desejos se realizasse... Isto é muita má sorte seguida. Acho que este ainda não é o meu ano... Definitivamente não é. Ou então tenho de ir à bruxa fazer feitiço contra mau-olhado! meh
Que estupidez... Mas a sério, já fazias uma pausa querida má sorte. Estou exausta...